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Objeto 3D inspirado no hall da Escola de Arquitetura

Análise crítica sobre a colagem bidimensional feita por Maria Rezende

https://mariafernandarezende.blogspot.com/2018/09/colagem-bidimensional-do-hall.html A colagem bidimensional inspirada no hall da Escola de Arquitetura apresenta uma boa variação de texturas e cores. O nível de abstração é delimitado pelo uso de curvas, a disposição da colagem (dois polígonos nas laterais e as curvas no centro) e a disposição das cores (o tom da textura esverdeada no canto e o preto no centro) que acabam remetendo diretamente ao hall, aparentemente de uma visão de quem entra pela porta da frente.

Colagem inspirada no hall da Escola de Arquitetura

Inspirada nas obras interativas da artista Lygia Clark e no hall, a colagem foi pensada para ser remontada de acordo com a intenção de quem interagir com ela.

Análise crítica sobre a paisagem sonora feita pelo grupo: Isabel Zerbinato, Luísa Lowande e Laura Melo Avelar

A paisagem sonora do grupo possui uma concepção abstrata em que há perda do sentido direto dos sons, criando uma composição de sobreposições. A paisagem é iniciada e finalizada por uma batida que, por isso, acaba se sobressaindo em relação aos outros sons. Os sons que entram posteriormente, mais em segundo plano, criam um ambiente caótico. Nesse ponto de culminância em que todos os sons são apresentados juntos, a batia é acelerada, o que causa um efeito de progressão sonora, não necessariamente linear, mas que proporciona uma ansiedade. Ao final, apesar dos outros sons terem se atenuado, a batida persiste inquieta , ainda acelerada, trazendo uma perspectiva de que algo ainda não se resolveu. A composição é harmônica, o efeito produzido de inquietação é palpável e funciona.

Análise crítica sobre o croqui feito por Maria Rezende

https://mariafernandarezende.blogspot.com/2018/08/croquis-da-escola-de-arquitetura-e-hall.html O croqui feito com aquarela, representando a Escola de Arquitetura, cria um vislumbre das cores do ambiente, o que possibilita uma direção ao imaginário de quem observa o desenho. O enquadramento escolhido da destaque a árvore, que se encontra no centro da folha, deixando em segundo plano o prédio em si. O desenho apropria-se pouco das questões de perspectiva e proporção, uma vez que as linhas se perdem do ponto de fuga, mas isso não gera incomodo. Ao contrário do esperado, a perda da perspectiva e proporção formal deixam a composição do desenho harmonioso, remetendo perfeitamente ao local de onde se observa o prédio: uma praça, onde é possível se estabelecer com certa informalidade e se beneficiar das árvores.